Business Angels usam o instinto na hora do investir

Posted on 26 de julho de 2010 por

0


Uma nova pesquisa mostrou que grande parte dos Investidores Anjo (indivíduos de alta renda que investem dinheiro e conhecimento para as empresas que necessitam de financiamento), seguem sua própria intuição em cálculos financeiros, quando decidem investir em uma empresa.

Em uma pesquisa realizada com 50 Angels experientes,  73% disseram ter usado a própria intuição como medida principal para análise de negócios em fase incial. Todos os business angels afirmaram que já usaram a intuição em algum momento profissional.

“Quando uma empresa está apenas começando, em geral, não possui bens ou histórico para basear uma avaliação precisa.” Disse Lois Cook, co-fundador dos Angels Den, uma das maiores redes de Business Angels da Europa. “Cada vez mais  Business Angels confiam em seu próprio julgamento intuitivo de quanto dinheiro a empresa pode render e como fazer um bom investimento.”

Os fatores humanos e de mercado também desempenham um papel importante na análise feita por um Business Angel, sendo o principal deles a equipe de gestão e a possibilidade de bom entendimento entre as partes, mencionado por cerca de metade dos Anjos.

Surpreendentemente, a maioria disse que eles não dependem, em grande medida, de um contador ou consultor de valorização profissional. Quase um quinto dos entrevistados disseram não confiar “em tudo”  proveniente de cálculos do seu orientador. Apenas 5% disseram que confiam inteiramente em cálculos de um conselheiro.

” Investidores Anjos são atraídos aos empreendedores com paixão”, disse Bill Morrow, co-fundador do “Angels Den”. “As ofertas mais recentes que temos feito tem sido baseada na personalidade, no Angel ver alguma faísca, e quase a investir na pessoa e não na idéia”, explica Bill. “Business Angels investem até £1 bilhão por ano em empresas em fase inicial no Reino Unido. Eles são o sangue da vida no mundo dos negócios start-up. Como financiadores, os Investidores Anjo investem conhecimento em empresas jovens”.

Artigo retirado e traduzido do site: http://www.bytestart.co.uk